Livros Literários  

Leitura em primeira mão

Autor: Sérgio Mattos

Quarteto Editora

Ano: 2017

Páginas: 158     

ISBN: 978-85-8005-121-6

"É necessário  deixar claro que o prefácio é um gênero textual e como tal apresenta  figuras  retóricas. Ao  fazer  um recorte analítico de uma obra, o prefaciador acaba assumindo o papel de mediador entre a obra e o público, entre o autor e o leitor. Dizem que é normal ao prefaciador desconsiderar o que não gosta e destacar o que chama sua atenção. A verdade é que quem escreve prefácio tem que garimpar os detalhes e providenciar comentários comparativos que valorizem a obra e o autor. Acredito que o discurso prefacial tem a ver com a percepção do mundo, com o conhecimento do tema e com as leituras anteriores do prefaciador, que em seu texto apresenta o que pensa e procura estabelecer um vínculo entre o autor da obra e o leitor."

 

                                                                        Sérgio Mattos

Vida privada no contexto público

Autor: Sérgio Mattos

Quarteto Editora

Ano: 2015

Páginas: 646     

ISBN: 978-85-8005-090-5

   "São histórias que, ao serem passadas a limpo, deixam-no orgulhoso por ter levado a vida sem fazer concessões de qualquer natureza, a qualquer grupo ou cidadão, pautando-se sempre com retidão e equilíbrio.

À medida que se desdobram as páginas deste livro, Sérgio Mattos  parece querer dizer-nos a todo instante, em cada pormenor que vai esquadrinhando, que somos o que vivemos, fazendo tal afirmativa sem assomos de vaidade.

Em Vida Privada no Contexto Público, Sergio Mattos revela uma rara habilidade para aprisionar o tempo, sobrevivendo a ele, ao mostrar o quanto se pode fazer pela vida à fora sem perder a própria identidade". 

                                              José Carlos Sant'Anna - Editor

O Guerreiro midiático

Biografia de José Marques de Melo - 1º EDIÇÃO

Autor: Sérgio Mattos

Editora Vozes/ Intercom

Ano: 2010

Páginas: 240     

ISBN: 978-85-88537-57-6

O Guerreiro midiático

 Biografia de José Marques de Melo - 2º EDIÇÃO

Autor: Sérgio Mattos

Editora Vozes/ Intercom 

Ano: 2014 (2º edição)

Páginas: 338     

ISBN: 978-85-8208-062-7

"Neste livro, percebemos de maneira marcante as infuências provenientes tanto da Europa quanto dos EUA. No entanto, as suas teorias estão atreladas às ideias pensadas com um sentido próprio em nossa realidade cultural e social , engendradas em território nacional, com suas matrizes centradas em nossa própria vivência cultural, conseguindo assim justificar um processo que ocorre em quase toda a América Latina. No pensamento de Marques de Melo, os problemas em nosso continente america- no são idênticos, sofremos as mesmas consequências de políticas nacionais, muitas veses obscuras, salvo alguns raros países que fiseram opções diferentes. O mais importante, acima de tudo é que suas teorias são capases de pensar com independência o nosso tempo, as nossas idiossincrasias, nas várias maneiras de ser e viver".
 
 
Osvando J. de Morais
(UNESP Bauru (trecho do prefácio da 2ª edição)

Um cidadão prestante

Autor: Sérgio Mattos

Quarteto Editora

Ano: 2014 

Páginas: 258     

ISBN: 978-85-80050-75-2

Entrevista biográfica com Edivaldo M. Boaventura

Este livro é resultado de uma entrevista-biográfica, na qual o leitor pode delinear o perfil biográfico do Professor Doutor Edivaldo Machado Boaventura. As perguntas foram dirigidas no sentido de esmiuçar a vida profissional e a obra do entrevistado, um intelectual produtivo e que sempre se fez presente nos acontecimentos de relevância na Bahia nos últimos 60 anos. Enfim, nesta entrevista-biográfica, o autor preserva a memória de Edivaldo, além de mostrar que, para realizar uma obra, como a que ele consolidou, é necessário ter paciência, determinação, jogo de cintura e saber construir amizades. Sobre o livro, Zilma Parente de Barros diz: “O competente jornalista Sérgio Mattos, que articula com maestria o desenrolar deste livro composto a quatro mãos, ao usar a técnica da entrevista biográfica, não nos apresenta apenas a extensa caminhada de mais de meio século de produção cultural lato sensu de seu biografado, o Professor Edivaldo Machado Boaventura, dando destaque a sua atuação no campo educacional, mas também focaliza a sua atuação no campo da história das idéias”.

Essência poética (Poesia de toda a vida)

Autor: Sérgio Mattos 

GRD Edições

Ano: 2011

Páginas: 526     

ISBN: 978-85-7085-045-4

"Em minha produção poética procuro internalizar cada verso. E assim, pensamento e vida se interpenetram no poema. Observo o cotidiano em busca de identificar um sentido poético. Acredito que o poema deve procurar atingir o leitor, despertando nele associações e lembranças, permitindo-lhe navegar nas entrelinhas (ou entre versos) recriando suas próprias situações e vivências, fechando um circulo de comunicação entre o poeta e o leitor. Em síntese, procuro fazer uma poesia que é uma espécie de celebração do cotidiano. Com uma linguagem simples, sem falsos apelos de sublimidade, procuro falar do homem e d suas aflições, do amor, dos sonhos, decepções e das nossas aspirações. Essência Poética contém nove livros  de poemas que produzi até 2011, oito deles publicados individualmente e o último, Restantes, com poemas inéditos de várias épocas".

                                                                 Sérgio Mattos

Abre-te Cuba!

Autor: Sérgio Mattos

Ano 2009

Páginas 91 -

ISBN 978-85-907939-2-2

 

Este livro é resultado de uma viagem realizada a Cuba  e reúne artigos e  reportagens.  A título de resgate histórico, os artigos e reportagens estão reunidos neste livro , publicado  no ano em que os cubanos comemoraram os 50 anos da revolução, em 2009. O grande desafio para a Ilha é o de submeter-se às leis de mercado sem abrir mão das conquistas sociais que tanto orgulham  o povo cubano.

Só você pode Jayme...

Autor: Sérgio Mattos 

Editora Contexto e Arte

Ano 2009

Páginas 190 

ISBN 978-85-87607-65-2

O livro ‘Só você pode, Jayme’ traça o perfil do engenheiro agrônomo Jayme Ramos de Queiroz que prestou serviços de alta responsabilidade sob a liderança de 12 governadores diferentes do Estado da Bahia. Ele foi dirigente de vários órgãos governamentais, Secretário de Estado e dirigente de empresas públicas e privada, além de professor da UFBA. Jayme acreditava que sua vida não tinha nada de extraordinário que merecesse destaque especial, ainda mais um livro sobre ela, mas pelo menos nisso ele estava errado, pois a vida dele foi como uma fonte luminosa, de onde brotam ensinamentos que servem de exemplo para qualquer pessoa. Jayme morreu em fevereiro de 2017, mas a trajetória de vida dele continua sendo um exemplo a ser seguido.

Os funerais de dona Camila

Autor: Sérgio Mattos 

Ano 2008

Páginas 68

ISBN 978-85-907939-0-8

 

Este livro, Os Funerais de dona Camila, reúne histórias isoladas em torno de um mesmo personagem o que dá uma idéia de um todo.  Eis um trecho de uma das narrativas: “vocês não podem imaginar o que é estar ali deitado num caixão de defunto, sendo o centro das atenções de todos, todo mundo achando que você morreu, ouvindo tudo o que estavam dizendo e não poder dizer nada... é um desespero, dona Camila... – dizia o velho se desmanchando em lágrimas. Se achavam que eu estava louco, eu acho que fiquei doido foi mesmo durante o tempo desta morte mentirosa. A minha sorte é que eu não sentia os beliscões, as catucadas e agulhadas que me deram para constatar se eu estava mesmo morto”.

As confissões sexuais de Maria Francisca

Autor: Sérgio Mattos 

Ano 2008

Páginas 118

ISBN 978-85-366-1152-5

 

“A obra do jornalista Sérgio Mattos (As Confissões Sexuais de Maria Francisca) explora o impacto dessa situação atual que o sociólogo Zygmunt Bauman denomina de “sociedade líquida”, quando o indivíduo se vê diante do dilema: precisa do outro, mas tem medo de desenvolver relacionamento mais profundo, que o imobilizam num mundo em permanente movimento. Assim todas as coisas sólidas começaram a se desmanchar. Aonde a liberdade é bem maior e os vínculos se estabelecem e rapidamente se desfaz, sem a dependência. Trata-se de uma sociedade de paixão descafeinada, do açúcar sem açúcar. Eis os tempos modernos. A felicidade é aqui e agora. O futuro, para essa juventude, parece bem distante.  

 

[...] “Ousado mas real, erótico e sensual, picante mas informativo, a cada página o leitor fica sabendo com detalhes dos locais onde Maria Francisca freqüenta, dos temas do dia-a-dia como os implantes penianos, problemas ambientais que afetam o rio São Francisco, do sentimento de culpa e pecado, tudo abordado de uma maneira clara e simples como um rio que corre para o mar, sem impedimentos. O diálogo entre o padre e a pecadora é de tirar o chapéu, uma “mara tara” verdadeira. Para Francisca, o sexo casual é como se fosse fome, que precisa ser saciada. E para ela o melhor afrodisíaco que existe ainda é a variedade. E é bom lembrar que ela é do signo de touro – gosta de ser satisfeita pelo sexo. É uma amante exigente, deixa o seu parceiro sem fôlego. Tem beijo cheio de desejo e sensualidade. Como no signo, prefere beijos longos e muito profundos, molhados.”

Gutemberg Cruz

(Trecho da resenha crítica disponível em: 

https://blogdogutemberg.blogspot.com/2008/07/confisses-sexuais-de-maria-francisca-1.html

Amadeu um bandido nordestino

Autor: Sérgio Mattos 

Ano 2008

Páginas 98

ISBN 978-85-907939-1-5

Este livro conta a história da formação de um bandido nordestino, sua atuação como pivete até chegar à vida adulta como líder de uma quadrilha internacional. No trecho do livro a seguir ficamos sabendo como foi eleito parlamentar para continuar influenciando nos crimes do colarinho branco:

“Depois de muitas reuniões decidiram que seria melhor que Amadeu se inscrevesse em um partido político e elegê-lo deputado federal, tido como sendo o melhor emprego que existe no país. No Congresso ele poderia armar uma nova teia de pessoas e a família angariar muito mais lucros com desvios de verbas, tráfico de influência e uma série de outras coisas que hoje são classificados como dentro do rol dos crimes do colarinho branco, às vezes denunciados, mas raramente púnicos” (p. 86-87).

Fio Condutor

Autor: Sérgio Mattos

Ano 2006

Páginas 76

 

Lançado em 2006 pela M.E.S. Editora, de Lauro de Freitas – Bahia, o livro Fio Condutor, reúne 46 poemas, distribuídos em três partes e um anexo contendo comentários críticos sobre a obra poética de Sérgio Mattos. Em uma das resenhas sobre a obra do poeta, o escritor Oleone Coelho Fontes afirma: “Gosto da poesia de Sérgio Mattos, não só pela amenidade, não só pelo trato ou tessitura, como dizem uns, mas porque ela me diz. Sérgio trata a palavra como a um cão de raça e estima. Delas evocam momento que marcaram a única fase inegavelmente fascinante em nossa vida: a infância. Classifico-o entre os melhores autores já passados em minhas mãos”(publicado em A Tarde, Salvador, BA, em 26.10.1973).

Trilha poética

Autor: Sérgio Mattos

GRD Edições

Ano: 1998 

ISBN 85-7085-020-4

“Sérgio Mattos pega a poesia do cotidiano, na força de uma escolha vocabular que realça o imediato, em imagens de coisas e pessoas, sem apego a técnicas da moda. O que ele deseja comemorar, comemora. Às vezes parece ter adotado o hai-cai,  mas fá-lo de modo não convencional, como em seu Dia Nublado: ‘Um dia embaçado/sem sol e sem visibilidade./Parece um dia falsificado.’

[...]Sérgio Mattos representa, ainda, uma poesia lírica e apaixonada que é, juntamente com a poética simbolista, das grandes vocações e tradições da presença brasileira na ‘linguagem que canta’. Sob muitos aspectos, sua poesia é também a de um rebelde, a do cultivador de sonhos e de realidade, criador de uma trilha por onde passam os símbolos de um povo”.

ANTONIO OLINTO

(Era Jornalista, Escritor, Poeta e membro da Academia Brasileira de Letras.  – Trecho do prefácio de Trilha Poética, 1998)

Poète engagé, Sergio Mattos navigue avec une remarquable désinvolture entre les clairs-obscurs de son coeur généreaux, passioné, plein d’amour et de compassion humaine mais aussi, rempli de désirs secrets, de questions sévères et de cris secrets qui nous font remonter à la première douler de l’homme pleurant son innocence perdue; cette souffrance oubliée de l’homme trahi... et tout-à-coup, lance ses amarres dans les souvenirs de son enfance, illuminée par le faste des carnavals d’antan. Splendeur allégorique qui doit encore une fois briller dans nos yeux et renaître comme um phénix incandescent,

[...] Étendard est um nouveau morceau de bonheur littéraire,, construit pour le plaisir de lire de beaucoup ou de moins de personnes, peu importe. Le temps, ce grand sculpteur, comme disait Margerite Yourcenar, travaille déja la fries de cette oeuvre qui nous émut et nous fit sourire. Mots, rimes, strophes qui nous ont fait revivre dans un moment de stupeur éblouie, l’ordre d’une enfance jamais perdue, l’émotion d’un premier amour, d’un autre amour… Poèmes qui parlent le langage universel de la vérité et de la beauté.

 

 Laurence Daniel Bloom

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ÉTENDARD

Autor: Sérgio Mattos

GRD Edições

Ano: 1999 

Páginas  190

ISBN  85.7085.023-9

ESTANDARTE

Autor: Sérgio Mattos

Editora: Edições GRD 

Ano: 1996  (3º edição)

ISBN   

“Não sou crítico literário, e se, por vezes,me animo a dar palpites sobre um romance por ser oficial desse ofício, não me animo a comentar poesia. Poesia, leio e  gosto ou não  gosto, é tudo. No caso da poesia de Sérgio Mattos, leio e releio com  um prazer sempre renovado e sempre maior. Gostaria , no entanto, de fazer referência especial ao poema ‘Ideologia’, datado de 1991. [Sérgio Mattos] escreveu, com  beleza e exatidão, o que eu penso desde há muitos anos”.

Jorge Amado,

Salvador, 10 de outubro de 1995.

 

 

“Sérgio Mattos confessa que o amor não é medido. É sentido intensamente, livremente. Os seus poemas são sínteses emotivas dos seus recônditos sentimentos. São dotados de conteúdo lírico e romântico – características estas que recreiam a  realidade. Seus versos são modernos, livres como soem ser as asas do amor no  seu voejar constante. Versos que sugerem idéias, visões, imagens, num ritmo livre e num tom melódico e envolvente”.

Nonato Marques.

(A Tarde, 17 de outubro de 1995).

Asas para amar

Autor: Sérgio Mattos

Editora Marfim

Ano: 1995 (2º edição) 

ISBN 85-85754-04-4 

“[Sérgio Mattos é] capaz de enxergar o invisível e escutar o silêncio, inconformado com a sequência monótona das horas iguais”.

Waldir Freitas Oliveira.

A Tarde, 22 de abril de 1995).

 

 

“O mundo contemporâneo superpõe regras para o amor, uma inflação de regras no amor consumido. E Sérgio Mattos resgata a independência de amar porque sua poesia não é para ler, mas para sentir. Misturando formas, posse, distância, solidão,  marcas, saudade, perdão e morte, Sérgio Mattos compõe e descompõe o amor. Com paciência, ele mistura sentimentos e natureza para amar como baiano numa Bahia mágica – amar bem devagarinho”.

Marlene Vaz.

(A Tarde, 21 de julho de 1995).

 

“[...]a poesia de Sérgio Mattos tem uma valorização de unidade. Pode ser considerada como expressiva. Ou também elucidativa quando revela os seus sentimentos. O trabalho deste poeta de uma novíssima geração experiente pode ser também visto pelo fato proxêmico, quando tem o seu próprio espaço. Quando busca a relação entre o homem e o universo.”

Jolivaldo Freitas.

(Bahia Hoje, 20 de junho de 1995).

Capa da 1ª Edição

Lançados ao mar

Autor: Sérgio Mattos

Ano: 1985

ISBN 

“[Sérgio Mattos é] possuidor de um profundo dom de sintetizar o pensamento sem, contudo, quebrar a beleza e a grandiosidade do seu ser de poeta e, em consequência, da  própria poesia”.

Ivan Dorea Soares. (A Tarde, 17 de março de 1986).

 

“Poesia que o público gosta e não precisa de interpretação crítica para ser absorvida. Comunica diretamente ao leitor a emoção do poeta e leva para dentro daquele a alma deste”.

Adnoel Motta Maia.

(Jornal da Bahia, 28 de dezembro de 1985).

Lançados ao mar

Autor: Sérgio Mattos

Ano: 1985

ISBN 

“[Sérgio Mattos é] possuidor de um profundo dom de sintetizar o pensamento sem, contudo, quebrar a beleza e a grandiosidade do seu ser de poeta e, em consequência, da  própria poesia”.

Ivan Dorea Soares.

(A Tarde, 17 de março de 1986).

 

“Poesia que o público gosta e não precisa de interpretação crítica para ser absorvida. Comunica diretamente ao leitor a emoção do poeta e leva para dentro daquele a alma deste”.

Adnoel Motta Maia.

(Jornal da Bahia, 28 de dezembro de 1985).

Já Não Canto, Choro - I No Longer Sing, I Cry

Autor: Sérgio Mattos

Editora: Tejidos Publications (Austin-Texas)

Ano: 1980 - edição bilingue

Translated by ALbert Bork

Este livro (Já Não Cano, choro – I No Longer Sing, I Cry) foi lançado em 1980, nos Estados Unidos, pela Tejidos Publications, de Austin-Texas, em edição bilingue (Inglês-Português). A tradução e seleção dos poemas foram realizadas por Albert Bork, respeitado tradutor de Osvald de Andrade. Coube ao professor Fred P. Ellison, então diretor do Departamento de Espanhol e Português da Universidade do Texas, a apresentação do livro. Os poemas incluídos no livro foram apresentados como parte da Semana de Festividades do Brasil, promovida pelo Instituto de Estudos Latino Americanos (ILAS) e pelo Departamento de Espanhol e Português daquela Universidade, em fevereiro de 1980.

Time's sentinel 

Author : Sérgio Mattos

Publisher :  Printed  in USA /Austin, TX.( translated byMaria Luisa Nunes)

Year : 1979

Pages: 32

This book of poems focuses on the contrasts between the traditional and the modern, the lyrical and the pragmatic, the political and whimsical, humor and seriousness, and the personal and God. The poet views his creativity and his anxiety to achieve self-expression as a challenge. […] Mattos is a poet who is concerned with issues but is not engage in any dogmatic o ideological sense. He cares about peace within the framework of traditional Christian values. On the other hand, modern man in the poet’s view fears nothing, not even Dog. Man’s nature is dual, angelic and demonic and most of the time, he seems to be in a quandary about his true identity”.

 

Maria Luisa Nunes
(Excerpt from the preface)

Batalha do natal e outras crônicas

Autor: Sérgio Mattos
Editora: Centro Editorial e Didático da UFBA
Ano: 1978
Páginas: 54

“Entre os muitos jovens baianos que buscam uma afirmação pessoal através da expressão literária, Sérgio Mattos é um destaque nítido [...] a busca permanente da síntese, o enfoque direto e a simplicidade como elementos básicos da comunicação tornada mais fácil e universal. Isto marca muito a poesia que ele faz, seu caminho mais particular no exercício literário da palavra. Versos já publicados situam-no entre aqueles poetas de voz clara. [...] As crônicas deste livro, também escritas por imposição de espaços vagos em páginas interiores de jornais diários, sob a ditadura do tempo exigente e implacável da redação, mostram as mesmas características”.

JAMES AMADO
(Trecho da apresentação do livro)

O vigia do tempo

Autor: Sérgio Mattos

Editora: Gráfica Universitária

Ano: 1977

O livro de poemas O Vigia do Tempo foi lançado no ano de 1977 pela Gráfica Universitária. Na apresentação do livro, o professor Antonio Loureiro de Souza, membro da Academia de Letras da Bahia, fez um estudo retrospectivo de toda a produção poética de Sérgio Mattos tornada pública até então. Sobre o autor, Loureiro destaca: “Conhecido e apreciado porque, embora jovem, não havendo atingido, ainda, os 30 anos a sua poesia é cheia, replenada de uma intensa carga lírica e poucos não são os seus poemas onde predomina uma forma conceitual que a maioria dos aedos só consegue na maturidade. Simples, espontâneo, seguro na afirmação, com imagens surpreendentes pelo conteúdo estético, já pode ser havido a esta altura, pela crítica mais sisuda, como um poeta real, verdadeiro, e, não, um fabricador frascário de palavras alinhavadas ao jeito de poema. Integrando a denominada poesia nova, libertária, franca, aberta para a análise dos problemas universais, ele se situa ente os jovens que, na Bahia, levam a sério a tarefa, que vem dentro  de si mesmo, de transbordar emoções, contagiando o leitor com a força da sua criação artística, o que no final das contas, é o fundamental para todos os vates, em todos os tempos”.

Nas teias do mundo

Autor: Sérgio Mattos

Editora: 

Ano: 1973

Este livro de poesias se caracteriza por ter sido o primeiro livro de  individual de Sérgio Mattos. Lançado no ano de 1973 teve como prefaciador o acadêmico e poeta Carlos Eduardo da Rocha que diz: “Sem os hermetismos tão em moda, os poemas de Sérgio Mattos construídos com a boa matéria da palavra clara e valorizada, repito, não necessitam de prefácio. A simples apresentação dos seus versos é o que de melhor posso fazer, e o único prefácio que permitiria por convicção e também pela certeza de que somente a vivência do poeta mais velho, e só por isso, me foi solicitada a honrosa missão de apresentar um novo poeta, o que faço com muita alegria e com saudação”.

 

Na orelha do livro, o escritor Guido Guerra afirma: “creio que, num dos  poemas deste livro, Sérgio Mattos define sua poesia, seus objetivos e seu marcado partidarismo pelo povo:  ‘O poeta é o vigia do tempo’. Neste verso solto, está sua consciência de ofício – não a arte pela arte, mas a arte pelo homem, realizando-se através do homem, existindo em função do homem, começo, meio e fim”.