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O
professor, escritor, poeta e jornalista Sérgio Mattos
acaba de lançar a sua home page na Internet, elaborada
pela Negatoscópio Agência e Laboratório
de Imagens, da Faculdade de Comunicação (Facom),
da UFBA. A página (http://www.sergiomattos.com.br)
é um domínio virtual, hospedada no Provedor
A Tarde.
Nela,
todos os livros publicados desde a década de 60, tanto
os de Comunicação quanto os de literatura, com
depoimentos de Jorge Amado, Junot Silveira, Germano Tabacoff,
Thales de Azevedo e prefácio de Jorge Calmon, dentre
outros. Na apresentação, há um histórico
da atuação de Sérgio Mattos, que além
de editor de A TARDE Municípios e A TARDE Rural, é
professor da Facom.
Capas de livros
Na área de Comunicação,
estão na página as capas dos livros The Impact
of the 1964: Revolution on Brazilian Television, Um Perfil
da TV Brasileira (40 anos de História: 1950-1990),
Censura de Guerra: Da Criméia ao Golfo Pérsico,
O Controle dos Meios de Comunicação e A TV e
as Políticas Regionais de Comunicação.
Estandarte, Asas para
Amar, Já não Canto, Choro (I no longer sing,
I cry), Lançados ao Mar, Vigia do Tempo e Teias do
Mundo são livros de literatura.
Mas Sérgio inclui
em sua home page poesias ilustradas por artistas, como Floriano
Teixeira, Márcia Magno e Juarez Paraíso, além
de artistas da equipe de A TARDE, como Núbia Cerqueira,
Reinaldo Gonzaga, César Rasec e Carlos França
e o cartaz poema "Mata Atlântica", com fotografias.
O cearense Sérgio
Mattos, que também faz letras de músicas, especialmente
do gênero forró, inclui também as capas
de discos onde estão seus trabalhos. Tem feito parcerias
com compositores como Edil Pacheco (Esquentando o Terreirão)
e Kareca. Na página, em Real Áudio, estão
as músicas São João Baiano, Mulher Especial,
Ai que saudade, Abre a Porta, além de Esquentando o
Terreirão. Em breve, anuncia, novas músicas
serão incluídas.
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Revelação
Confessando utilizar a informática como instrumento
de trabalho (o processador de textos para escrever as
poesias e os livros e a Internet para pesquisa, lazer
e até fonte de inspiração), Sérgio
Mattos revelou alguns pequenos poemas, inéditos,
sobre toda essa revolução.
Com tantos trabalhos sobre televisão,
ele também faz poemas sobre informática:
"Prisão"
"No fim do século,
o cidadão, na cela da sala,
está preso entre telas:
do micro ou da televisão
(1997)."
Década Indiscreta,
"Noventa é a década
da globalização
Uma década sem mistérios,
Sem segredos.
É a década da
INTERNETização
(1995)."
Sem supervalorizar o computador
ele sentencia:
"O homem sente/O homem esquece/O micro não
é inteligente/Ele apenas lembra..."
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