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A Televisão
e as Políticas
Regionais de Comunicação
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Análise comparativa
entre duas emissoras de televisão regionais situadas na Baixada
Santista
Robson Bastos da
Silva
Doutor em Comunicação e Semiótica
pela PUC/SP; professor de Comunicação Comparada na Universidade
de Taubaté (UNITAU) e na Universidade Santa Cecília (Santos).
INTRODUÇÃO
Este trabalho
visa iniciar uma série de análises comparativas da mídia regional,
utilizando-se os veículos locais de comunicação, como a televisão,
o rádio e jornais, entre outros. É um estudo inicial sobre
os assuntos divulgados nos dois telejornais das tevês Tribuna
(Globo) e Mar (Manchete), nos dias 4 a 9 de julho. Durante
cinco dias (domingo não há apresentação) os programas foram
gravados na íntegra, sendo também feito um levantamento estatístico
sobre quais assuntos foram mais abordados e que cidades foram
predominantes no noticiário.
A região escolhida foi
a Baixada Santista, que tem população estimada em 1.500.000
habitantes e possui quatro emissoras regionais, instaladas
nos últimos quatro anos. Compreende três emissoras comerciais
TV Tribuna (Globo), TV Mar (Manchete) e TV Brasil (SBT)
e uma de caráter educativo que é a TV Litoral (redes
Brasil e Cultura).
A regionalização
da televisão já era prevista por muitos estudiosos da comunicação,
como sendo um fenômeno da década de 90 no Brasil. Elas chegariam
com as tevês a cabo e as comunitárias, tão comuns nos EUA.
O público sente necessidade de obter notícias rápidas e precisas
sobre sua região, não apenas através dos jornais impressos
locais. Este fato é comprovado pelo jornalista Zevi Ghivelder
que afirma "haver uma regra quase inamovível no jornalismo,
que o quintal interessa muito mais do que o universo. As pessoas
estão mais interessadas em saber o que se passa nos fundos
da sua casa do que o que se passa com Gorbachev ou Bush". No Brasil,
a legislação não permite que nenhuma emissora possua mais
de cinco estações de televisão, por isso, as grandes redes,
para efetuarem suas expansões, utilizam o sistema de afiliadas.
Este consiste em firmar um contrato com as emissoras regionais
para retransmissão do sinal. Segundo Zevi Ghivelder, as afiliadas
recebem a programação da rede e não pagam nada, mas podem
vender anúncios locais. Existe também uma regra geral que
funciona para os comerciais que são veiculados nacionalmente.
Neste caso, a rede compra o anúncio e fornece uma participação
na publicidade.
De fato, as emissoras locais funcionam como empresas autônomas,
tendo seu próprio orçamento e possuindo autonomia para contratar
ou demitir profissionais. E até mesmo, em alguns casos, a
possibilidade de trocar de rede.
A televisão
regional é muito recente na região menos de cinco anos.
Porém, apenas nos últimos dois anos, as emissoras passaram
a criar seus departamentos de jornalismo, começando a dar
um tratamento mais personalizado à região. Antes deste período,
elas apenas retransmitiam o noticiário das redes, apresentando
apenas comerciais locais. As duas emissoras estão ligadas
às suas respectivas redes apenas por razão de contrato, pois
não pertencem ao grupo Globo ou Bloch. Havia o mito de que
devido à proximidade com a capital (60km), não haveria interesse
dos telespectadores e dos anunciantes em terem uma programação
voltada para seus interesses. Este fato foi reforçado por
experiências frustradas que ocorreram na década de 80, quando
algumas redes tentaram investir na área, mas não obtiveram
o êxito necessário para desenvolver seus empreendimentos,
salvo durante a temporada de verão, devido ao grande afluxo
de turistas da capital e do ABC. Apesar de existirem quatro
tevês regionais, apenas as duas analisadas demonstram ter
um jornalismo constante e com equipes compostas de profissionais.
Ao mesmo
tempo que o noticiário local se aproxima do seu público consumidor,
ele pode ser limitado pelos fatos rotineiros da região. Criando
o hábito de sempre ouvir as mesmas pessoas, ou valorizar apenas
algumas cidades em detrimento de outras que não representem
o que acredita-se ser de interesse jornalístico ou audiência.
O livro Telejornalismo, do professor Albertino Cunha,
faz algumas definições chamadas clássicas da área. O autor
cita diversos manuais e livros, procurando demonstrar as várias
faces da notícia: "As notícias são comunicações sobre
fatos novos surgidos na luta pela existência do indivíduo
e da sociedade" (Phil Emil Dovifat, Periodismo);
"Notícia é um fato atual com interesse geral" (Manual
de jornalismo, Lisboa); "Pode-se definir a notícia
como a narração de uma troca de relações entre o indivíduo
e o meio que o rodeia" (François Marty Baguer y Jesús
Masdeu Reyes, Manual del reportaje, Habana).Neste trabalho
inicial não foi feita uma análise de conteúdo das matérias,
mas um levantamento sobre os temas que os jornais apresentaram
durante o período escolhido e quais cidades tiveram cobertura
maior por parte de cada emissora. O total geral com as editorias
e os locais de cobertura estão publicados nos anexos.
Os telejornais
estão divididos em quatro blocos. O noticiário da Tribuna,
1ª edição, tem treze matérias, enquanto na TV Mar são dezenove.
O telejornal da Tribuna é dividido em duas edições, que duram
em média quinze minutos cada uma. A primeira é veiculada às
12h50 e a outra às 18h45. O jornal é apresentado por Paula
Quagliato, sendo substituída pela repórter Luciana Julião.
A equipe possui mais cinco jornalistas que se revezam nas
coberturas. As matérias também têm a cobertura de dois editores
da tevê, que fazem apenas a locução para algumas matérias,
não aparecendo suas imagens. A TV Mar possui apenas um telejornal
às 18h45, com duração média de 25 minutos, apresentado por
Mônica Silveira e aos sábados por Melissa Paiva. A equipe
de reportagem é composta de cinco repórteres e dois locutores,
que narram em off.
A TV Mar
também apresenta diariamente no início da tarde, um programa
de debates dirigido pelo jornalista Hélio Ansaldo. Aos moldes
do "Record em notícias", que o próprio jornalista
apresentava em São Paulo, são convidados autoridades locais
e políticos, entre outros, para debaterem as notícias apresentadas
por um locutor. Apesar de se tratar de programa de notícias,
não acredito que se possa classificá-lo como telejornal, mas
apenas como um programa de debates, sem nenhum preconceito.
Os programas
apresentam diferenças de linguagem e de abordagem das matérias.
O telejornal da Tribuna está preso dentro do estilo Globo,
possuindo pequenas variações, que ocorrem apenas em matérias
leves e com os repórteres mais experientes. Sua apresentação
está entre o formalismo "global" e uma certa liberdade
com a região. Os repórteres seguem o padrão "global"
de apresentação, sem grandes variações. A TV Mar possui uma
estética diferenciada da rede Manchete, pois seu visual é
personalizado e as equipes têm um pouco mais de autonomia
que na concorrente.
As tevês
regionais, por uma série de questões, procuram dar cobertura
maior para a cidade mais importante da sua região. Este fato
tem gerado muitas críticas e discussões sobre o papel que
as emissoras deveriam prestar para a região. As empresas se
defendem afirmando que não possuem equipes suficientes para
realizar uma cobertura cabal ou às vezes não se justifica
enviar uma equipe para um município muito distante sem haver
razão maior. Após o levantamento dos dados no período pesquisado,
percebeu-se que a Baixada Santista não é exceção a esta regra.
De acordo
com os dados levantados, tanto na Tribuna como na TV Mar,
Santos tem uma cobertura privilegiada. Os números apontam
que das 66 matérias realizadas pela Tribuna, 39 ou 59,09%,
foram feitas no município principal. O total da TV Mar não
fica muito atrás, pois das 98 matérias veiculadas, 64 ou 65,30%,
eram de Santos. A segunda cobertura da Tribuna (10 matérias
15,15%) foi sobre temas de interesse regional, enquanto
que na concorrente foi a cidade de São Vicente (15 matérias
15,30%).
As matérias
foram divididas em oito editorias (cultura/lazer, região,
esporte, porto, polícia, cidade de Santos, economia e geral).
A Tribuna foi a emissora que apresentou matérias em todas
as editorias, enquanto que a outra apenas em seis editorias.
A predominância de matérias da Tribuna foi de cultura/lazer:
foram 16 (24,29%), enquanto na TV Mar o assunto de maior interesse
foi o esporte, com 28 matérias (28,57%). O tema região ficou
em segundo lugar na Tribuna (13 matérias 19,69%) e
na Mar em terceiro (19 matérias 19,38%).
O segundo
tema mais veiculado na TV Mar foi da editoria de polícia (21
matérias 21,42%), enquanto que na outra emissora, foi
região (13 matérias 19,69%). Este fato demonstra a
diferença de cobertura entre as duas emissoras, tendo em vista
que na Tribuna as ocorrências policiais ficaram em quinto
lugar (6 matérias 9,09%). Os dois telejornais abordam
o tema, porém, a TV Mar iniciou sua apresentação, todos os
dias da pequisa, com notícias ligadas a violência e criminalidade
na região.
As duas
emissoras procuram realizar uma cobertura sobre o cotidiano
da Baixada Santista. A região é rica em fatos e acontecimentos.
Possui autonomia própria, tendo um comércio e infra-estrutura
hoteleira e portuária bastante desenvolvida. Também é considerada
uma área de turismo, que tem muito a ser explorado. A tevê
regional precisa descobrir seu caminho para não cair na mera
cobertura do dia-a-dia, sem levar alguma reflexão ou informação
mais consistente para o espectador.
As matérias,
de modo geral, seguem o padrão televisivo brasileiro, que
cria um timing extremamente rápido e superficial para
os temas abordados, não permitindo uma avaliação mais elaborada.
Os temas são amplos, mas nota-se o privilégio de algumas pautas,
como cultura/lazer e esporte, na cidade de Santos. Como sede
da região, o município apresenta um número maior de atividades,
mas é necessário estar atento para não reforçar ainda mais
a hegemonia de algumas notícias, semelhante ao exemplo que
as grandes redes fazem com os temas nacionais em detrimento
de outros fatos.
Este estudo
inicial não pretende analisar todos os aspectos das emissoras
citadas, mas sim, dar início a um trabalho de jornalismo comparado
e analítico, que pretendo realizar com esse material. O advento
das tevês a cabo e a chegada das comunitárias deverão modificar
o papel das tevês regionais de sinal aberto. Apesar de atingirem
públicos diferenciados economicamente, elas estarão trabalhando
no mesmo território e, por isso, não poderão ignorar as mudanças
que isso acarreterá na programação e até mesmo no mercado
de trabalho.
Atualmente,
no Brasil, existem dezenas de tevês que apenas estão preocupadas
em veicular publicidade regional e nenhuma informação que
interesse à população local. O jornalismo pode ser um caminho
para modificar esta situação. Não acredito que seja o único,
mas é uma forma das pessoas se sentirem mais próximas de seus
direitos ou de terem resposta aos seus anseios.
A universidade
carece de estudos sobre os meios de comunicação no Brasil.
Não sabemos o grau de audiência de programas de rádio e televisão.
As emissoras guardam ou utilizam para marketing pessoal
essas informações, não havendo muita credibilidade. Por isso,
cabe à academia estudar e analisar desde a produção, veiculação,
conteúdo e recepção dos produtos da indústria cultural.
Esta pequena
análise está aberta para críticas, sugestões e comparações
com outros trabalhos sobre emissoras regionais, para que se
comece a traçar um perfil dessas emissoras e das outras formas
de comunicação que estão surgindo no País.
4.
Albertino Aor Cunha, Telejornalismo, São Paulo: Atlas,
1990, p. 12.
TABELA
DA PROGRAMAÇÃO DIÁRIA DOS TELEJORNAIS
Dia
4 de julho (quinta-feira)
| Editoria Cobertura |
| Região |
3 |
21,42% |
Santos |
9 |
64,28% |
|
Porto
|
3 |
21,42% |
Nacional |
3 |
21,42% |
| Economia |
2 |
14 ,28% |
Regional |
1 |
7,14% |
| Cultura/Lazer |
2 |
14,28% |
Praia Grande |
1 |
7,14% |
| Esporte |
2 |
14,28% |
|
|
|
| Cidade |
2 |
14,28% |
|
|
|
| |
| Total |
14 |
99,96% |
|
14 |
99,98% |
| Editoria Cobertura |
| Esporte |
7 |
31,81% |
Santos |
14 |
63,63% |
|
Polícia
|
5 |
22,72% |
São Vicente |
3 |
13,63% |
|
Região
|
5 |
22,72% |
Guarujá |
3 |
13,63% |
|
Porto
|
2 |
9,09% |
Praia Grande |
1 |
4,54% |
| Cultura/Lazer |
2 |
9,09% |
Regional |
1 |
4,54% |
|
Cidade
|
1 |
4,54% |
|
|
|
| |
|
Total
|
22 |
99,97% |
|
22 |
99,97% |
Dia
5 de julho (sexta-feira)
| Editoria Cobertura |
| Cultura/Lazer |
5 |
33,33% |
Santos |
10 |
66,66% |
| Porto |
3 |
20,00% |
Regional |
3 |
20,00% |
| Região |
3 |
20,00% |
Praia Grande |
1 |
6,66% |
| Esporte |
2 |
13,33% |
Nacional |
1 |
6,66% |
| Polícia |
1 |
6,66% |
|
|
|
| Geral |
1 |
6,66% |
|
|
|
|
| Total |
15 |
99,98% |
|
15 |
99,98% |
| Editoria Cobertura |
| Polícia |
5 |
23,80% |
Santos |
15 |
71,42% |
| Esporte |
5 |
23,80% |
São Vicente |
2 |
9,52% |
| Cultura/Lazer |
5 |
23,80% |
Região |
2 |
9,52% |
| Região |
4 |
19,04% |
Cubatão |
1 |
4,76% |
| Porto |
1 |
4,76% |
Praia Grande |
1 |
4,76% |
| Cidade |
1 |
4,76% |
|
|
|
| |
| Total |
21 |
99,96% |
|
21 |
99,98% |
Dia 6 de julho (sábado)
| Editoria Cobertura |
| Cultura/Lazer |
4 |
33,33% |
Santos |
6 |
50,00% |
| Região |
4 |
25,00% |
Regional |
3 |
25,00% |
| Polícia |
1 |
8,33% |
São Vicente |
1 |
8,33% |
| Porto |
1 |
8,33% |
Nacional |
1 |
8,33% |
| Geral |
1 |
8,33% |
Bertioga |
1 |
8,33% |
| Esporte |
1 |
8,33% |
|
|
|
| Cidade |
1 |
8,33% |
|
|
|
| |
| Total |
12 |
99,98% |
|
12 |
99,99% |
| Editoria Cobertura |
| Polícia |
5 |
25,00% |
Santos |
13 |
65,00% |
| Esporte |
5 |
25,00% |
São Vicente |
3 |
15,00% |
| Cultura/Lazer |
4 |
20,00% |
Regional |
2 |
10,00% |
| Região |
3 |
15,00% |
Praia Grande |
1 |
5,00% |
| Cidade |
3 |
15,00% |
Guarujá |
1 |
5,00% |
| |
| Total |
20 |
100% |
|
20 |
100% |
Dia 8 de julho (segunda-feira)
| Editoria Cobertura |
| Cultura/Lazer |
4 |
30,76% |
Santos |
8 |
61,53% |
| Esporte |
3 |
23,07% |
São Vicente |
2 |
15,38% |
| Polícia |
2 |
15,38% |
Nacional |
2 |
15,38% |
| Porto |
1 |
7,69% |
Regional |
1 |
7,69% |
| Geral |
1 |
7,69% |
|
|
|
| Economia |
1 |
7,69% |
|
|
|
| Região |
1 |
7,69% |
|
|
|
| |
| Total |
13 |
99,97% |
|
13 |
99,98% |
| Editoria Cobertura |
| Região |
7 |
41.17% |
Santos |
8 |
47,05% |
| Esporte |
5 |
29,41% |
São Vicente |
4 |
23,52% |
| Polícia |
3 |
17,64% |
Guarujá |
3 |
17,64% |
| Porto |
1 |
5,88% |
Cubatão |
1 |
5,88% |
| Cultura/Lazer |
1 |
5,88% |
Bertioga |
1 |
5,88% |
| |
| Total |
17 |
99,98% |
|
17 |
99,97% |
Dia 9 de julho (terça-feira)
| Editoria Cobertura |
| Região |
3 |
25,00% |
Santos |
6 |
50,00% |
| Polícia |
2 |
16,66% |
Regional |
2 |
16,66% |
| Cidade |
2 |
16,66% |
Cubatão |
1 |
8,33% |
| Esporte |
2 |
16,66% |
Guarujá |
1 |
8,33% |
| Economia |
1 |
8,33% |
Estadual |
1 |
8,33% |
| Geral |
1 |
8,33% |
Nacional |
1 |
8,33% |
| Cultura/Lazer |
1 |
8,33% |
|
|
|
| |
| Total |
12 |
99,97% |
|
12 |
99,98% |
| Editoria Cobertura |
| Esporte |
6 |
33,33% |
Santos |
14 |
77,77% |
| Cidade |
4 |
22,22% |
São Vicente |
3 |
16,66% |
| Polícia |
3 |
16,66% |
Cubatão |
1 |
5,55% |
| Região |
2 |
11,11% |
|
|
|
| Cultura/Lazer |
2 |
11,11% |
|
|
|
| Porto |
1 |
5,55% |
|
|
|
| |
| Total |
18 |
99,98% |
|
18 |
99,98% |
Total geral
TV TRIBUNA
| Editoria Cobertura |
| Cultura/Lazer |
16 |
24,24% |
Santos |
39 |
59,09% |
| Região |
13 |
19,69% |
Regional |
10 |
15,15% |
| Esporte |
10 |
15,15% |
Nacional |
8 |
12,12% |
| Porto |
8 |
12,12% |
São Vicente |
3 |
4,54% |
| Polícia |
6 |
9,09% |
Praia Grande |
2 |
3,03% |
| Cidade |
5 |
7,57% |
Guarujá |
1 |
1,51% |
| Geral |
4 |
6,06% |
Bertioga |
1 |
1,51% |
| Economia |
4 |
6,06% |
Cubatão |
1 |
1,51% |
| Estado |
1 |
1,51% |
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
| Total |
66 |
99,98% |
|
66 |
99,97% |
TV MAR
| Editoria Cobertura |
| Esporte |
28 |
28,57% |
Santos |
64 |
65,30% |
| Polícia |
21 |
21,42% |
São Vicente |
15 |
15,30% |
| Região |
19 |
19,38% |
Guarujá |
7 |
7,14% |
| Cultura/Lazer |
14 |
14,28% |
Regional |
5 |
5,10% |
| Cidade |
11 |
11,22% |
Praia Grande |
3 |
3,06% |
| Porto |
5 |
5,10% |
Cubatão |
3 |
3,06% |
| Bertioga |
1 |
1,02% |
|
|
|
| |
| Total |
98 |
99,97% |
|
98 |
99,98% |
Sumário
Apresentação
Introdução
Brasil e Uruguai: duas visões
de regulamentação da TV
Indústrias
culturais no Mercosul: televisão aberta
Análise
comparativa entre duas emissoras de televisão regionais situadas
na Baixada Santista
A
produção independente na televisão do interior: o caso de
Bauru
O
videoclipe como forma de experiência estética na comunicação
contemporânea
A
utopia quiliástica da Igreja Universal na TV
A
imagem televisiva e a cultura esportiva: um olhar sobre esta
parceria
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