A Televisão na Era da Globalização
 

FORMAÇÃO E TREINAMENTO PROFISSIONAL DE JORNALISTAS DE TELEVISÃO –UM ESTUDO DE CASO:
TV BAHIA

Washington José de Souza Filho*

Apresentação

O Programa de Treinamento e Formação Profissional “Novos Nomes”, promovido pela TV Bahia, é uma atividade permanente, com a finalidade de aperfeiçoar e capacitar novos jornalistas e estudantes do curso de Comunicação, habilitação em Jornalismo, para uma atuação especializada em televisão. O desenvolvimento tecnológico e a especificidade do telejornalismo exigem a integração de profissionais que compreendam o processo de produção da informação em um veículo de natureza específica, caso da televisão, como uma atividade interligada à estrutura da emissora, além do entendimento natural de todo jornalista, no exercício da função. A promoção de programas de treinamento e aperfeiçoamento profissional já é uma atividade consagrada, promovida por empresas da área de comunicação no Brasil, notadamente, no Sudeste e Sul do país, e no exterior, destacando-se experiências realizadas na Europa.

A principal finalidade do programa é permitir a capacitação de profissionais, no âmbito da empresa, aproveitando-se uma estrutura impossível de ser estabelecida em uma instituição de ensino. A aprendizagem deixa de ser uma tentativa de simulação do processo de produção e valoriza-se por ser, de fato, uma prática efetiva, uma reprodução da rotina e atuação de um departamento de jornalismo no atendimento das exigências da programação da emissora.

Esta pretensão, porém, não significa um desconhecimento do valor das instituições de ensino superior na formação de jornalistas. Na verdade, ratifica esta importância, através da seleção dos participantes entre os pré-concluintes e recém-formados. O programa, a ser desenvolvido no período de quatro meses, contemplaria as etapas fundamentais do processo de elaboração de reportagens, a unidade fundamental da rotina de produção, e programas de informação, o produto final, elaborado no espaço de tempo que corresponde à tentativa de relatar no instante da exibição os mais importantes acontecimentos daquele período, atendendo ao interesse do público – o espectador.

A meta é permitir aos participantes do programa alcançar esta condição em quatro meses, o tempo previsto para o desenvolvimento do plano metodológico, elaborado tendo como concepção a possibilidade de permitir aos novos e futuros jornalistas o exercício de fato das situações específicas da atividade profissional.

Introdução

A questão da formação do jornalista é um debate constante, em relação ao ensino e ao exercício da profissão. A discussão foi renovada no período da votação preliminar do texto da atual Constituição, promulgada em 1988. A polêmica aumentou depois da tentativa do Governo Federal de retirar do Ministério do Trabalho a tarefa de registrar os diplomas emitidos pelas faculdades e escolas de Comunicação, com habilitação em Jornalismo, condição indispensável para a atuação profissional como jornalista – exigência imposta pela regulamentação da profissão, continuamente referendada pela categoria.

Os sucessivos questionamentos não impediram a consolidação do papel da universidade na formação dos profissionais. Uma situação semelhante à dos Estados Unidos, onde a tendência é a contratação como jornalistas de concluintes dos cursos de Comunicação, apesar de não existir a exigência do diploma.1 O contigente de profisionais com formação universitária que atua no mercado norte-americano é de 85%, dado levantado depois de uma investigação realizada pela Sociedade Americana dos Jornais. Situação parecida existe no Japão.2

Um dos aspectos dessa situação é a participação, nos Estados Unidos, das empresas no processo da formação profissional dos futuros jornalistas, uma ação além da condição de formuladores de críticas ao papel desempenhado pelas instituições de ensino superior. As universidades norte-americanas são beneficiadas pelos diversos programas para o recolhimento de recursos – com exemplos significativos. A Universidade da Flórida, com 1.600 alunos nos cursos de Comunicação, dispõe de uma rede de veículos, da mesma forma que um grupo empresarial do setor, formada por uma estação de televisão e três de rádio – uma delas comercial –, além de publicar um jornal no campus e produzir um caderno semanal para a veiculação em um meio impresso da região.3

No Brasil, a ação tem sido desenvolvida de outra forma, mas mesmo assim caracterizando um avanço das empresas de comunicação no estabelecimento de uma interação com as instituições de ensino superior. Uma das formas é o desenvolvimento de programas de treinamento e formação de novos profissionais, realizados com vinculação ao padrão de trabalho de cada empresa, mas com o reconhecimento das universidades – mesmo como referencial. As experiências desenvolvidas têm sido promovidas por empresas do eixo Rio–São Paulo,4 mas deve ser registrada a iniciativa da RBS (Rede Brasil Sul), que desenvolve nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina projetos específicos na RBS TV e no jornal “Zero Hora”.

A primeira tentativa ocorreu com a Editora Abril, na época da implantação da revista “Veja”. A empresa promoveu um concurso nacional para a seleção de candidatos a postos no quadro de jornalistas, da mesma forma que agiu a Rede Globo para ampliar o seu contigente, selecionando estudantes para a participação em cursos de formação. Os escolhidos, na maioria, eram estudantes de Comunicação, principalmente porque, quando a Rede Globo adotou essa estratégia, já existiam limitações impostas pela legislação da profissão de jornalista.

A seleção dos estudantes dos cursos de Comunicação, com habilitação para Jornalismo, é a base do processo atual, realizado pelas empresas que têm promovido programas de treinamento e formação de profissionais como uma atividade permanente. Muitos deles já adquiriram amplitude nacional, com a seleção sendo realizada no âmbito de faculdades e escolas de Comunicação dos principais estados brasileiros, como ocorre com o programa da Editora Abril, orientado, exclusivamente, para treinamento de novos jornalistas para atuação nas revistas da empresa, ou o do jornal “O Estado de S. Paulo”. O programa promovida pela RBS serve de exemplo por outro motivo, baseado na área de atuação da empresa. O programa da RBS TV é promovido, simultaneamente, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, envolvendo, pelo menos, quatro áreas dos dois estados, escolhidas em função da demanda decorrente da existência de instituições de ensino superior.

Uma possibilidade diferente está sendo desenvolvida na Europa, particularmente na Espanha. A vinculação é também entre instituições de ensino superior e empresas. A atuação conjunta tem permitido o desenvolvimento de programas de treinamento e formação profissional, organizados como cursos de pós-graduação, a nível de mestrado, dirigidos para recém-formados em Comunicação e concluintes de cursos de outras áreas interessados em atuar no jornalismo.5 Uma situação permitida pela inexistência da exigência de habilitação específica.

Dentro desse quadro, uma mudança significativa foi promovida pelo grupo empresarial responsável pela edição do jornal “El País”, atualmente o mais importante da Espanha, proprietário de uma cadeia de emissoras de rádio e uma emissora de televisão, denominada Canal Plus.6 Após uma experiência relacionada ao espectro acadêmico, em convênio com a Universidade Autônoma de Madri, o grupo decidiu implementar um programa particular, constituído por meio de escola implantada com a instituição de ensino. A atividade tem um caráter, eminentemente, prático, voltado para o desenvolvimento de atividades do jornalismo.

Os estudantes, em geral, selecionados na Espanha mesmo, participam dos programas sem qualquer compromisso de efetiva incorporação ao quadro das empresas, mas têm a oportunidade do envolvimento em um processo de aperfeiçoamento e adequação a rotinas de produção vinculadas à prática do jornalismo, que não são possíveis nas instituições de ensino superior. As faculdades e escolas de Comunicação não têm como garantir uma formação nesse nível, porque são exigidas condições que as universidades não podem oferecer, a partir do modelo curricular estipulado pelo Conselho Federal de Educação, na última reformulação, realizada em 1984 – como a implantação de laboratórios, que serviriam para o desenvolvimento de atividades profissionalizantes.

Mesmo que existissem recursos, a ação acadêmica seria insuficiente para permitir aos estudantes a experimentação necessária que garantisse a eles a habilidade para uma prática efetiva – da forma adequada à necessidade profissional.

Justificativa

A atividade de ensino em Comunicação no Brasil é uma realidade, consolidada com a referência histórica sobre a existência, implementada em 1947, quando foi autorizado o funcionamento do curso da Fundação Casper Líbero, inicialmente vinculado à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Na Bahia, o primeiro curso foi implantado em 1950, tendo a primeira turma concluído o curso dois anos depois.7 Formalmente, o funcionamento dos cursos de Jornalismo foi autorizado em 1943, por decreto do presidente Getúlio Vargas.

A consolidação, levando-se em conta o tempo, não foi suficiente para garantir a excelência da formação acadêmica, diante das reconhecidas dificuldades do ensino no Brasil, uma situação que não é diferente nas instituições de ensino superior. Em relação aos cursos de Comunicação, em particular a habilitação em Jornalismo, o questionamento é acentuado por um aspecto metodológico, que vincula-se à natureza da atividade, destacada no início da profissionalização da carreira de jornalista, e à constituição do jornalismo como atividade empresarial.

Desde a implantação dos cursos, muitas foram as tentativas para o estabelecimento de estratégias didáticas que permitissem aos estudantes um nível de formação bom o suficiente para o exercício da profissão. A compreensão sempre foi, porém, que a formação ideal deveria extrapolar o limite da ação acadêmica. O professor Luiz Beltrão, de Pernambuco, um dos pioneiros, instituiu na Universidade Católica um processo que permitia a experimentação.8

Ele procurou instalar um tipo de ensino que se valia do laboratório. Não era um laboratório com os equipamentos sofisticados que muitas escolas possuem hoje. Mas, ele simulava o laboratório na sala de aula.

O conhecimento decorrente da prática, a plena compreensão da rotina de produção de um produto de informação – em qualquer um dos meios de comunicação, independente do seu suporte tecnológico –, desde que permita a experimentação, é fundamental para o estudante de Comunicação dispor da habilidade necessária para exercer a profissão de jornalista. Uma condição impossível de ser oferecida pelas faculdades e escolas de Comunicação.

Por esse aspecto, justifica-se o investimento realizado pelas empresas do setor de comunicação no desenvolvimento dos programas de treinamento e formação profissional. Uma outra determinação é uma conseqüência da importância alcançada pela televisão na divulgação de informação, sem que tenha havido a constituição de um elenco de profissionais adequados ao meio. Em geral, a formação e a concepção estão vinculadas a um modelo de jornalismo relacionado à tradição técnica e estilística do meio impresso.

O aproveitamento das condições estruturais, mesmo limitadas às possibilidade operacionais da empresa, gera um potencial inacessível para os futuros profissionais no espaço das instituições de ensino superior, onde não existe a condição de permitir a integração com a rotina de produção. A atividade promovida pela empresa é a complementação, a ser permitida pela associação dos seus objetivos com o aperfeiçoamento.

Apesar del desarrollo de la educacción periodística, el adiestramiento prático sigue realizándo se en las redacciones de periódicos, de las agencias de prensa, las radios y televisiones. Ninguna de las instituciones – siendo equipada lo mejor posible – puede reflejar bien las condicciones y especialidades de distintos centros de trabajo. Los portadores del diploma periodístico no se puedan considerar profesionalmente formados sin una interacción com el lector o televidente.9

 A atividade de treinamento e formação profissional realizada pela empresa garantirá uma realidade mais produtiva, impossível de ser reproduzida no ambiente das instituições de ensino superior. A prática em condições que correspondem à ação natural de rotina é o que, efetivamente, permite essa situação, mais próxima de uma proposição ideal, onde o esforço acadêmico não é mais apenas uma contemplação da possibilidade refletida como um exercício relacionado ao interesse do estudante em uma avaliação de aprendizagem que tem como maior vantagem uma referência para o histórico escolar.

Objetivos

O estabelecimento dessa proposta exige a necessidade de determinar metas, em função do que pode representar o desenvolvimento do programa de treinamento e formação profissional. As metas convergem para uma determinação principal – a capacitação de jornalistas para a atuação em televisão –, balizada por um processo que permita a compreensão ampla das atividades de produção. Entendida conjuntamente e amparada pelo desenvolvimento de uma metodologia que sirva como um exercício constante de aprimoramento – um verdadeiro laboratório.

Para se ter um verdadeiro laboratório, é indispensável que tenhamos um processo integral e que possamos ver como ele se completa, como é que aquela mensagem é assimilada, como é que é constituída, como é digerida.10

Dessa forma, os objetivos podem ser classificados e apresentados em dois níveis: gerais e específicos.

Objetivos gerais

1. Implantar um programa de treinamento e formação profissional, voltado para o desenvolvimento de atividades de capacitação de novos jornalistas e estudantes do curso de Comunicação, com habilitação em Jornalismo, para a atuação em televisão.

2. Aperfeiçoar novos jornalistas e estudantes do curso de Comunicação, com habilitação em Jornalismo, para o desenvolvimento de atividades específicas do jornalismo em televisão, notadamente, de produção, reportagem e edição.

3. Constituir, com o aperfeiçoamento de novos jornalistas e estudantes do curso de Comunicação, com habilitação em Jornalismo, uma nova referência em termos de prática do jornalismo em televisão, particularmente, em relação a maior compreensão da especificidade tecnológica desse meio de comunicação.

Objetivos específicos

1. Selecionar, para a inclusão no programa de treinamento e formação profissional, novos jornalistas e estudantes do curso de Comunicação, com habilitação em Jornalismo, com potencial para a adequação às rotinas de produção particulares da televisão.

2. Aprimorar a capacidade de compreensão e adequação à rotina de produção do jornalismo em televisão de novos jornalistas e estudantes do curso de Comunicação, com habilitação em Jornalismo.

3. Treinar e instruir os novos jornalistas e estudantes do curso de Comunicação, com habilitação em Jornalismo, de acordo com os padrões adotados pela empresa em função da sua rotina de produção, para a elaboração de programas de jornalismo em televisão.

4. Elaborar um banco de dados com o cadastramento de novos profissionais e estudantes do curso de Comunicação, com habilitação em Jornalismo, para o preenchimento de vagas em setores da empresa, na área de jornalismo em televisão, desde que exista a necessidade e o atendimento das exigências legais, particularmente referentes à legislação da profissão de jornalista.

Programa

O plano metodológico, baseado na premissa do programa para a capacitação de novos e futuros jornalistas, está elaborado com a finalidade de permitir a realização de atividades práticas de jornalismo na televisão, associadas à necessária fundamentação. Uma conseqüência do reconhecido avanço dessa área da comunicação, particularmente, com o estabelecimento de abordagens específicas, diferentes de concepções restritivas e distantes da necessidade da produção de informação.

Os pontos a serem destacados são aspectos relacionados à implantação e desenvolvimento da televisão como meio de comunicação no Brasil, que permitem o entendimento sobre a particularidade do jornalismo, inclusive em relação à elaboração de reportagens e à produção de programas – questões técnicas e estéticas, além de específicas, como a redação adequada. Divido em quatro tópicos, o plano metodológico abordaria os pontos fundamentais da atividade profissional, sempre buscando a interação com a produção de programas identificados com a linha editorial da TV Bahia, organizado da forma relacionada abaixo.

1.    Televisão no Brasil
1.1  Primeiros programas
1.2  Sistemas de transmissão
1.3  Desenvolvimento tecnológico

2.    Jornalismo na televisão
2.1  Modelos de programas
2.2  Formatos de apresentação
2.3  Estruturas de produção

3.    Jornalismo na televisão(etapas de elaboração)
3.1  Produção
       a)       Apuração
       b)  Pautas
3.2       Reportagem
       a)       Equipamentos
       b)       Gravação
       c)       Redação
3.3  Edição
       a)       Decupagem
       b)       Montagem
       c)  Pós-produção
3.4       Apresentação
       a)  Roteiro
       b)       Operação

4.    Atividades práticas
4.1    Produção, reportagem, edição e apresentação “Jornal da Manhã”
4.2    Produção, reportagem, edição e apresentação “Bahia Agora”
4.3    Produção, reportagem, edição e apresentação “Bahia Esporte”
4.4    Produção, reportagem, edição e apresentação “BA-TV 1ª Edição”
4.5    Produção, reportagem, edição e apresentação “BA-TV 2ª Edição”

Inscrição

A inscrição dos candidatos, jornalistas recém-formados que tenham concluído o curso há, no máximo, um ano, e estudantes do curso de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, que estejam cursando período equivalente, no mínimo, ao 7º semestre, baseando-se no fluxograma adotado pelo curso da Universidade Federal da Bahia, ou estejam no 4º ano, adotando-se a mesma condição – desde que tenham sido cursadas disciplinas do currículo mínimo referentes a telejornalismo –, será feita mediante, necessariamente, a seguinte comprovação, além dos documentos de identificação:

1)  a condição de recém-formado, feita com cópia autenticada do diploma de conclusão do curso;

2)  a condição de estar cursando o período equivalente ao 7º semestre, pelo menos, ou 4º ano, com a apresentação de histórico escolar, reconhecido pela instituição na qual está matriculado.

A inscrição, em período a ser estabelecido, será realizada na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, no Setor de Atividades de Extensão, mediante o preenchimento de uma ficha específica, acompanhada de um texto, com a extensão máxima de trinta linhas, redigido à maquina ou computador, em espaço três, no máximo, com linhas de 72 toques, a partir do tema “O jornalismo na televisão: a importância da informação”. Os textos não deverão ter qualquer identificação.

Seleção

A seleção, com a finalidade do preenchimento de oito vagas, será realizada no mês de dezembro, por uma comissão designada pela Direção de Jornalismo da TV Bahia, encarregada da supervisão do programa, em três etapas: avaliação do texto, teste de vídeo e entrevista.

Apenas os candidatos selecionados na primeira etapa serão submetidos às etapas posteriores. Aos selecionados será garantida, apenas, a participação no programa, da forma proposta, sem nenhuma vinculação empregatícia, assim como estarão também resguardados todos os direitos relacionados às atividades que serão desenvolvidas no período do treinamento, em respeito, particularmente, à regulamentação vigente sobre o exercício da profissão de jornalista no Brasil.

Está claro que não haverá por parte da TV Bahia a utilização de qualquer material produzido como atividade do programa, salvo os que tenham caráter excepcional, aproveitados com base na participação de profissionais vinculados à empresa. A TV Bahia incluirá, para um possível aproveitamento no seu quadro de funcionários, informações sobre os participantes do programa em seu banco de dados.

Cronograma

 

Atividade                        Período                        Mês

Inscrição                        16 a 31                        Novembro (FACOM)

Seleção                        4 a 15                        Dezembro (TV Bahia)

Treinamento (Ponto 1)      2 a 5                        Janeiro (TV Bahia)

Treinamento (Ponto 2)        8 a 12

Treinamento (Ponto 3)    15 a 19

                        22 a 26

Treinamento (Prática 1)                        29 a 2                        Jan./fev. (TV Bahia)

                        5 a 9                        Fevereiro (TV Bahia)

Treinamento (Prática 2)                        12 a 16

                        21 a 23

Treinamento (Prática 3)                        26 a 1                        Fev./março (TV Bahia)

                        4 a 8                        Março (TV Bahia)

Treinamento (Prática 4)                        11 a 15                        Março (TV Bahia)

                        18 a 22

Treinamento (Prática 5)                        25 a 29

Atividade                        Período                        Mês

Treinamento (Prática 5)                        1 a 5                        Abril (TV Bahia)                        Treinamento (Prática 6)                        8 a 12

Treinamento (Prática Livre)                        15 a 19

                        22 a 26

O plano será desenvolvido baseado em atividades de ensino, como exposição, com a utilização de recursos visuais, estudos dirigidos e palestras, em função da disponibilidade de equipamentos e aparelhos.

* Jornalista profissional, professor do curso de Comunicação, habilitação em Jornalismo, da Universidade Federal da Bahia.

Bibliografia

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DOTTO, Wágner. “A dura vida dos focas norte-americanos… nada, nada e morre na praia”. Imprensa, ano IV, nº 44, 1991.

GARCIA, Jesús de La. “Um diploma que funciona”. 4º Encontro Internacional de Jornalismo. São Paulo: IBM, 1994.

LOWENSTEIN, Ralph. “Universidade da Flórida – um modelo de sucesso”. 2º Encontro Internacional de Jornalismo. São Paulo: IBM, 1989.

MATTOS, Sérgio. “Ensino de jornalismo: sem a integração teoria-prática não haverá solução”. Em: MELO, José Marques de (org.). Transformações do jornalismo brasileiro: ética e técnica. São Paulo: Intercom, 1994.

MELO, José Marques de. Espanha: sociedade e comunicação de massa. São Paulo: Summus, 1989.

————. “Laboratório de jornalismo: conceitos, preconceitos”. Em: ————. Comunicação: teoria e política. São Paulo, Summus, 1985.

NASSAR, Sílvio Júlio. “Entrada pela porta da frente”. Revista de Comunicação, ano 4, nº 15, 1988.

 

Notas:

1 Wagner Dotto, “A dura vida dos focas norte-americanos… nada, nada e morre na praia”.

2 Milada Corredorová, “Anhelo publicar en un periódico”.

3 Ralph Lowenstein, “Universidade da Flórida – um modelo de sucesso”.

4 Sílvio Júlio Nassar, “Entrada pela porta da frente”.

5 José Marques de Melo. Espanha: sociedade e comunicação de massa.

6 Jesús de La Garcia, “Um diploma que funciona”.

7 Sérgio Mattos, “Ensino de jornalismo: sem a integração teoria-prática não haverá solução”.

8 José Marques de Melo, “Laboratório de jornalismo: conceitos, preconceitos”.

9 Milada Corredorová, op. cit.

10 José Marques de Melo, Espanha: sociedade e comunicação de massa.


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