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"...capaz de enxergar o invisível
e escutar o silêncio, inconformado com a seqüência
monótona das horas iguais".
Waldir Freitas Oliveira,
A TARDE, Salvador, BA, 22.04.95
"...poemas líricos, ora falando
do amor, numa perspectiva espiritual, simbólica, ora
falando do desejo e dos insondáveis caminhos de Eros,
nas suas reinações pelo espaço do corpo
e da alma".
Cid Seixas, A TARDE,
Salvador, BA, 24.04.95
"O mundo contemporâneo superpõe
regras para o amor, uma inflação de regras no
amor consumido. E Sérgio Mattos resgata a independência
de amar porque sua poesia não é para ler, mas
para sentir. Misturando formas, posse, distância, solidão,
marcas, saudade, perdão e morte, Sérgio Mattos
compõe e descompõe o amor. Com paciência,
ele mistura sentimentos e natureza para amar como baiano numa
Bahia mágica - amar bem devagarinho..."
Marlene Vaz, A TARDE,
Salvador, BA, 21.07.95
"...a Poesia de Sérgio Mattos
tem uma valorização de unidade. Pode ser considerada
como expressiva. Ou também elucidativa quando revela
os seus sentimentos. O trabalho deste poeta de uma novíssima
geração experiente pode ser também visto
pelo lado proxêmico, quando tem o seu próprio
espaço. Quando busca a relação entre
o homem e o universo."
Jolivaldo Freitas, Bahia
Hoje, Salvador, BA, 20.06.95
"...poemas desidratados, breves e
enxutos, penso que você fez exatamente o que os apaixonados
devem fazer: ou partir para o amor físico num quarto
de motel ou, se preferir o poema, usar as palavras mais simples
do dicionário estético. Um bom exemplo de um
poema de amor sem complicações e falsos artifícios
de erudição é o que se encontra na página
40(livro Asas para Amar, 2ª edição)com
o título de Sinfonia de amor: 'Há pássaros
noturnos que cantam/no alto das casas./Há braços
e pernas que dançam/sob uma luz de sombras / e um murmúrio
de lágrimas:/a dança do amor é densa'.
Acho que todos os homens do mundo, imitando você, deveriam
pedir perdão às amadas por não terem
amado como deviam".
Francisco Carvalho, Fortaleza,
CE, 11.11.97
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