|
Entrevista
concedida por Sérgio Mattos a Rosane Santana e publicada
no jornal A TARDE, capa do Caderno 2 do dia 10 de janeiro
de 1989.
Sérgio Mattos:
"A imprensa passa por uma crise
de qualidade e de identidade"
Formado em Jornalismo pela Universidade
Federal da Bahia (UFBA.), com mestrado e doutorado em comunicação
pela Universidade do Texas (EUA), Sérgio Mattos, 40
anos, participou das mudanças ocorridas na imprensa
baiana no final dos anos 60. Ao completar 20 anos de jornalismo,
ocupa o cargo de editor de A TARDE Municípios e, também,
é professor adjunto da UFBA., tendo integrado a lista
sêxtupla como candidato a Reitor no ano de l988. Publicou
nos EUA dois livros com estudos técnicos: "The
Development of Communication Policies Under The Peruvian Military
Government", em 1981, e "The Impact of The 1964
Revolution on Brasilian Television", em 1982. Sérgio,
que também é poeta, vai comemorar os 20 anos
de literatura com o lançamento do livro "Estandarte",
em breve.
Rosane Santana
1) Como se deu sua opção
por jornalismo?
Sérgio Mattos - Conscientemente.
Fiz vestibular tendo o jornalismo como primeira opção,
numa época em que fazer jornalismo ou ser jornalista
significava, na visão de muitos, um futuro negro, passar
fome, boêmia etc. Observe-se que me iniciei no jornalismo,
amador, naturalmente, muito tempo antes do vestibular, uma
vez que já participava, ainda na adolescência,
de grupos de jovens, produzindo jornalzinhos de bairro, jornais
murais na escola, chegando, até mesmo, a colaborar
com o jornal da Arquidiocese. Quando chegou o momento de fazer
o vestibular, eu trabalhava na IBM, ganhando muito bem. Mas
abandonei a multinacional para uma dupla aventura: estudar
jornalismo e trabalhar num jornal-fantasma. Digo fantasma
porque não existia ainda. Era a Tribuna da Bahia, que,
sob o comando de Quintino de Carvalho, estava selecionando
universitários para preparar o grupo que deveria renovar
a imprensa baiana. Sou, portanto, parte integrante do grupo
que fundou a Tribuna da Bahia, tendo começado lá
mais de um ano antes do jornal começar a circular.
Guardo até hoje a carteirinha de identificação
da época, como lembrança. O jornal começou
a circular em 1969 (21 de outubro de 1969) e desde 1968 eu
já era repórter credenciado. Aliás, vale
a pena registrar, tenho orgulho de ter integrado aquele time,
pois se na história do jornalismo baiano existem os
profissionais que integram a geração Mapa, a
geração do Jornal da Bahia, existe também
a "Geração TB" que, devemos fazer
justiça, inovou e "agitou" o jornalismo baiano.
Trouxe uma nova linguagem, um novo método de tratar
os assuntos, esgotando o tema enfocado, além de trabalhar
as notícias com um novo padrão de diagramação,
que valorizava o espaço branco, utilizando fotos grandes
(para os padrões da época), uma vez que a impressão
em offset facilitava estes recursos. A Tribuna da Bahia foi
o primeiro jornal em offset da Bahia, forçando os outros
a modernizarem, também, seus parques gráficos
e sistemas de impressão.
2) O que mudou na imprensa nesses últimos
20 anos?
Sérgio Mattos - Muita coisa.
Se fossemos fazer uma análise real precisaríamos
de um livro para mostrar estas mudanças. Entretanto,
podemos destacar que, na Bahia, houve uma mudança de
mentalidade tanto em nível profissional como em nível
empresarial. A estrutura do jornalismo local teve que se adequar
ao crescimento da cidade do Salvador, que saiu do seu bucólico
provincianismo para assumir ares de grande metrópole,
de centro turístico e de desenvolvimento econômico.
A Bahia deixou de ser um estado meramente produtor de matéria-prima
e passou a ter centros e distritos industriais, pólo
petroquímico etc. Este processo de industrialização
rápido, centrado nas grandes cidades brasileiras, tem
evidenciado uma vinculação estreita com o crescimento
dos meios de comunicação, porque os centros
industriais desencadeiam uma maior concentração
populacional nas zonas urbanas, o que contribui para facilitar
tanto a circulação da mídia impressa,
quanto a penetração da mídia eletrônica.
Isto determina também o aumento do faturamento total
destes veículos, com as verbas publicitárias
provenientes da indústria de consumo.
Se analisarmos o desenvolvimento da imprensa dentro deste
contexto sócio-econômico e cultural do estado,
vamos chegar à conclusão de que a evolução
da imprensa baiana se encaixa, perfeitamente neste quadro.
Mas eu destacaria como algo substancial a mudança verificada
nesta fase, da qualidade da formação profissional
do jornalista. Isto porque foi exatamente durante este período
que a profissão foi reconhecida, levando as pessoas
que quisessem ser jornalistas a freqüentar as escolas
de comunicação. Vale lembrar que as escolas
sofreram e ainda sofrem algumas restrições por
parte daqueles que criticam o diploma de jornalista como sendo
uma reserva de mercado, dentro de uma tendência corporativista.
As críticas em alguns pontos são válidas
e em outros não merecem crédito. A verdade é
que ninguém pode negar que o jornalista que freqüentou
a Universidade tem um embasamento teórico mais aprimorado
que lhe facilita o crescimento profissional quando no exercício
da atividade jornalística no dia-a-dia de uma redação.
As afirmativas de que "jornal se aprende na prática
e não na escola" e de que "jornalista nasce
feito, não se faz em banco de escola" fazem parte
do discurso daqueles que são contra as Escolas de Comunicação.
Entretanto, ninguém pode negar que quando se une a
prática à teoria, o resultado será indiscutivelmente
melhor, pelo menos entre aqueles profissionais que realmente
se dedicam à profissão e que a escolheram como
primeira opção, por vocação e
não por modismo.
Uma outra mudança significativa, que se pode destacar
durante este período é de caráter qualitativo:
o jornalismo ganhou em profissionalismo e perdeu em boêmia.
O jornalismo passou a ter uma postura mais ética, o
que limitou a atuação dos "picaretas"
que infestavam a área. Mas foi também durante
este período que o jornalismo conviveu com um regime
de exceção durante o qual campearam as arbitrariedades
e a censura, que limitaram fortemente o desenvolvimento dos
meios de comunicação, embora não conseguissem
impedir que os profissionais sérios buscassem novas
alternativas para desempenhar as funções básicas
dos meios de comunicação de massa: educar, informar,
fiscalizar e divertir. Foi durante este período que
se desenvolveu também o sentido de prestação
de serviços à comunidade.
3) Já que você tocou em
regime de exceção, qual foi a participação
do movimento autoritário de 64 no desenvolvimento da
imprensa?
Sérgio Mattos - Esta é
uma pergunta interessante e que implica em uma resposta, talvez,
demasiadamente longa. Em razão disso, propositadamente
vou me restringir a falar sobre a influência no plano
estrutural que é menos conhecida do grande público,
uma vez que a censura e as perseguições políticas
exercidas contra a imprensa entre outras medidas coercitivas
vem sendo debatidas abertamente pela sociedade e todos já
tem conhecimento do que ocorreu durante o período.
Para se ter uma idéia do papel exercido pelo Estado
nos últimos 25 anos (de 1964 a 1989), basta que se
diga que tudo o que existe hoje em termos de política
de comunicação, incluindo-se aqui o estabelecimento
de agências reguladoras, foi criado a partir de 1964
pelos governos militares. A criação do Ministério
das Comunicações, em 1967, por exemplo, contribuiu
não apenas para a implantação de importantes
mudanças estruturais no setor das telecomunicações,
como também para a redução da interferência
de organizações privadas sobre agências
reguladoras, aumentando, em conseqüência, o crescimento
da influência oficial no setor. Antes de 64, a influência
governamental na mídia impressa incluía o encorajamento
de empréstimos bancários para os jornais pró-governo,
a colocação de publicidade oficial em jornais
amigos, além de subsidiar os chamados jornalistas "chapa-branca".
A partir de 64, até os dias atuais, a participação
e influência do Estado no crescimento dos veículos
de comunicação tem sido diretamente determinada
pelos seus objetivos de promover o desenvolvimento e a modernização
do País. Mas, ao tempo em que contribui, direta e indiretamente,
para o crescimento dos meios de comunicação
de massa, o governo tem usado de mecanismos para controlá-los.
Não estamos no referindo aqui à famigerada censura
sem critérios que, graças à nova Carta
Constitucional, foi definitivamente abolida do nosso País.
Estamos falando de pressões políticas e econômicas.
4) Como assim?
Sérgio Mattos - Vou tentar
explicar: no Brasil, o financiamento dos meios de comunicação
tem sido um mecanismo poderoso de controle do Estado, porque
todos os bancos são administrados ou supervisionados
pelo governo. A concessão de licenças para importação
de materiais e equipamentos e o provisionamento, por parte
do governo, de subsídios para cada importação
têm influenciado e levado os meios de comunicação
de massa a adotarem, de um modo geral, posições
que se traduzem em apoio às ações governamentais.
Se isto não bastasse, o governo adotou também
uma série de medidas voltadas especificamente para
o controle e modernização da mídia impressa,
além da promoção da expansão da
capacidade gráfica do país.
5) Você poderia ser mais preciso
com relação a esta influência sobre a
imprensa escrita?
Sérgio Mattos - Claro. Veja
só: em 1967, o governo criou o GEIPAG (Grupo Executivo
das Industrias de Papel e Artes Gráficas), vinculado
ao da Indústria e Comércio, com o objetivo específico
de conceder incentivos para a expansão do setor e para
criação de novas empresas. Inúmeros foram
os jornais, revistas e gráficas que receberam ajuda
direta do governo através de projetos aprovados pelo
GEIPAG. Como resultado destes investimentos, o tradicional
sistema de impressão a quente dos jornais e revistas
foram substituídos pelo novo e importado sistema de
impressão offset. Sistemas de composição
a frio, através de sofisticados computadores, também
foram instalados na imprensa brasileira, acelerando e aperfeiçoando
a produção. Ironicamente, a modernização
da mídia impressa aumentou a dependência dos
jornais em relação ao governo. Isto porque o
Estado começou a usar a necessidade de permissão
oficial para importação de papel e produtos
fotográficos, imprescindíveis à impressão
offset, como mais uma forma de controle e de pressão
sobre a imprensa. Observe-se que, controlando as cotas e concessões
de licenças para importação de materiais
para impressão, um governo pode limitar ou favorecer
o crescimento da circulação de um veículo
impresso. Com relação à mídia
eletrônica, tanto o rádio como a televisão
são concessões oficiais. O sistema brasileiro
de radiodifusão é considerado um serviço
público sobre o qual o governo exerce controle desde
1922, quando surgiu a primeira emissora de rádio no
país.
6) Você poderia falar sobre o
processo de concessão de canais de televisão?
Sérgio Mattos - O processo
de concessão de televisão no Brasil, inicialmente,
foi atribuído ao favoritismo político, através
do qual a concessão de canais de televisão era
feita sem um plano preconcebido. Neste sentido, a proliferação
de estações de televisão começou
muito antes de 1964, mais precisamente durante o governo de
Juscelino. Depois da criação do Ministério
das Comunicações (em 1967), a concessão
de canais de televisão começou a ser planejada
mais tecnicamente, mas o favoritismo político continuou.
A nova Constituição (5 de outubro de 1988) muda
esta situação.
7) Mudando de assunto. Como foi sua
experiência de estudos fora do Brasil?
Sérgio Mattos - Nos Estados
Unidos tive realmente uma experiência fantástica
entre maio de 1978 e agosto de 1982, quando desenvolvi estudos
de pós-graduação e obtive, sucessivamente,
os títulos de mestre e doutor em comunicação
pela Escola de Comunicação da Universidade do
Texas, na cidade de Austin. Na tese de mestrado, abordo o
impacto que o Golpe de 1964 teve sobre o desenvolvimento estrutural
da televisão brasileira. Já na tese de doutorado
eu analiso o modelo econômico brasileiro adotado pelos
governos militares para estudar a influência deste no
desenvolvimento da publicidade, tanto nacional como a estrangeira,
e a influência desta no desenvolvimento global dos meios
de comunicação de massa do Brasil.
8) E como é a liberdade de imprensa,
censura etc. por lá?
Sérgio Mattos - Os Estados
Unidos são um País onde podemos encontrar constantes
exemplos de como uma imprensa forte e livre é importante
para uma nação. Entretanto, podemos dizer que
pior do que a censura policial é a censura econômica.
E esta pode ser praticada a todo instante em qualquer lugar
do mundo e o que é mais grave: às vezes sob
às nossas vistas e passando desapercebida. A censura
econômica se faz mais em função do que
está em jogo no grande tabuleiro de interesses políticos-econômicos-sociais
no qual os meios de comunicação de massa, principalmente
num país capitalista, são peças importantes.
Vale dizer que sou contra toda e qualquer censura que venha
cercear a liberdade de criação e esta não
poderia ser outra a minha posição. Sou de uma
geração que ainda não votou para presidente
e que, profissionalmente, como jornalista, experimentei, nas
redações de jornais, as proibições
decorrentes da censura durante o período dos governo
militares.
9) Como você avalia a imprensa
brasileira hoje?
Sérgio Mattos - Diria que
a imprensa brasileira de hoje passa por uma crise de qualidade
e de identidade. A televisão, entre outros fatores
que não podem ser considerados isoladamente, tem influenciado
a prática de uma reportagem cada vez mais superficial
e forçado o jornalismo impresso a adotar um grafismo
um tanto quanto exagerado, preterindo o conteúdo. Este
talvez seja um aspecto que deva ser analisado, principalmente
pelas Escolas de Comunicação, que são
responsáveis pela formação da mão-de-obra
que vai atuar no mercado. Em vez disto, ficam a criticar os
métodos e técnicas de fazer jornalismo, mas
não apresentam nada que substitua o tradicional. Acredito
que um dos problemas pode ser superado mediante a produção
de pautas criativas que possam realmente ser trabalhadas por
profissionais que acreditem na profissão e que vejam
nela a importância que tem para a coletividade, formando
a opinião, através do reforço educativo
e do processo de transmissão da informação
correta.
10) Muitos criticam a pauta considerando-a
não somente um elemento limitador do trabalho jornalístico
como também um meio da empresa jornalística
impor os temas de seu próprio interesse. O que você
diz sobre isto?
Sérgio Mattos - Isto é
um mito que está sendo criado por certos grupos sob
a desculpa de criar nos jovens jornalistas uma pseudoconsciência
para que se rebelem contra a pauta. Entretanto, a realidade
se apresenta de modo diferente do que é pregado. Veja
só: quando um repórter recebe uma pauta para
realizar uma matéria, salvo raras exceções,
o chefe de reportagem não indica quem deve ser ouvido
sobre aquele tema. Na prática, o repórter bem
informado e que possui uma boa lista de possíveis fontes
é quem, na verdade, acaba escolhendo o especialista
ou autoridade a ser ouvida. E, naturalmente, esta escolha
recai sobre pessoas com as quais o repórter, de alguma
forma, se identifica. Logicamente, a publicação
da matéria vai depender do editor ou da linha editorial
adotada pela empresa. Entretanto, desconheço editor,
com sensibilidade e responsabilidade profissional, que não
publique uma boa matéria, bem fundamentada e que tenha,
realmente, um significado para a comunidade.
11) Você, que tem realizado pesquisas
na área de comunicação e tem uma formação
específica, é a favor ou contra o diploma de
jornalista?
Sérgio Mattos - Eu sou a
favor do diploma e, logicamente, das escolas de Comunicação.
Isto porque acredito que em qualquer profissão, é
indispensável a formação sistemática.
Observe-se que foi através da exigência do diploma
universitário (que implica sistematicamente na reserva
de mercado) que a sociedade passou a contar com profissionais
capacitados para atuar em áreas específicas,
acabando com os charlatães. Foi através da regulamentação,
constituição de colegiados e de ordens, por
exemplo, que os rábulas e curandeiros deixaram de atuar
na área de Advocacia e Medicina. Foi também
depois da regulamentação profissional do jornalista
que a categoria se fortaleceu, criando um espírito
ético-profissional onde não há lugar
nem para o jornalismo boêmio dos primórdios nem
para os oportunistas que se utilizavam da atividade jornalística
para beneficiar pessoas ou instituições em troca
de favores pessoais.
12) Muitos dos que argumentam contra
o diploma lembram o direito que todo cidadão tem de
liberdade de expressão...
Sérgio Mattos - Sei, sei...
Tenho ouvido muito isto, mas o que talvez esteja passando
desapercebido, ou propositadamente esquecido por alguns, é
um aspecto do problema que acredito seja fundamental: deve
ser assegurado a todos os cidadãos o uso de sua liberdade,
inclusive na expressão e divulgação de
idéias. Contudo, isto não deve ser confundido
com a utilização técnica e sistemática
dos meios de comunicação para permitir a toda
uma população manter-se devidamente informada.
Isto requer uma formação específica,
só conseguida através de um curso universitário
estruturado a partir de uma finalidade bem definida, à
semelhança das outras profissões. Através
da profissionalização estamos garantindo à
sociedade o direito, por ela já conseguido, de ser
informada correta e tecnicamente por profissionais qualificados.
13) E o Sérgio poeta, como nasceu?
Sérgio Mattos - já
nasceu poeta, acredito. Mas, oficialmente, o poeta se tornou
público a partir do ano de 1968 quando do lançamento
da revista de poesias intitulada "Experimental",
que fundei e co-dirigi com um outro poeta-irmão, Ivan
Dórea Soares. A partir daí, várias publicações
se sucederam. Agora estamos completando 20 anos de literatura.
14) Quantos trabalhos você já
publicou?
Sérgio Mattos - Vou tentar
ordenar os títulos dos livros cronologicamente: o primeiro
livro individual foi publicado em 1973, Nas teias do Mundo,
antecedido por uma série de publicações
em revistas e suplementos literários. Em 1974 participei
da antologia Cinco Poetas Contemporâneos. Em 1975, outra
antologia: Retina. Neste mesmo ano lancei uma plaqueta intitulada
Estudos de Comunicação. Em 1977 foi a vez do
livro mais conhecido: O Vigia do Tempo. Em 1978 lancei um
livro de crônicas infanto-juvenis, A Batalha do Natal.
Em 1979 foi publicado, em inglês, O Vigia do Tempo com
o título de Time's Sentinel. Em 1980, uma editora americana,
a "Tejidos Publications", publicou em edição
bilingüe o livro Já Não Canto, Choro (I
No Longer Sing, I Cry). Em 1985 publiquei o livro Lançados
ao Mar. Atualmente estou com outro livro no prelo: Estandarte.
Quando em estudos nos Estados Unidos publiquei dois livros
técnicos: The Development of Communication Policies
Under The Peruvian Military Government, em 1981, e The Impact
of the 1964 Revolution on Brazilian Television, em 1982. Acrescente-se
a esta relação algumas dezenas de artigos publicados
no Brasil e no exterior.
| |
|
|
 |
|
|
|